"Gosto mais de bicho do que de gente."
Quem nunca ouviu ou disse a frase: "Gosto mais de bicho do que de gente."? Pois saiba que, dependendo da entonação, é uma frase típica de quem tem alguma dor nas relações familiares, esteja ou não consciente disso.
Vivências traumáticas e movimentos interrompidos de amor acabam ficando escondidos sob muitas couraças humanas, gerando desvinculação e não identificação com o sistema familiar da pessoa ferida. Com isso, muitos humanos costumam se direcionar aos animais como projeção da dor vivenciada inicialmente com os pais.
Não aceitar a morte do pet também pode ser um indicativo dessa ferida emocional. É normal chorar e sentir falta, sentir até mesmo culpa ou remorso, mas isso tende a acalmar e curar ao longo dos dias, através da compreensão da imortalidade da alma, da fragilidade do corpo físico e do fato de que não temos controle sobre nada. No entanto, insistir, por meses, em não aceitar a morte do pet ou sentir culpa/remorso sinaliza claramente a necessidade urgente de tratar essas dores emocionais bem profundas do tutor, já que muito provavelmente projetou no animal questões familiares não resolvidas. Para o humano ferido é difícil aceitar que, pela segunda vez (considerando a projeção no animal), tenha o fluxo de amor interrompido. A negação desse fato pelo tutor, além de estagná-lo na vida, no papel de vítima, prejudica imensamente a jornada espiritual do pet, que precisa continuar sua evolução, mas que pode estar sofrendo, em decorrência da baixa vibração energética do tutor, tendo em vista os laços que os unem.
A comunicação telepática com tratamento energético pode tratar essas questões no pet e liberá-lo para ser e viver sua própria essência, esteja ele encarnado ou não.
💛Quem ama liberta.
💛Quem ama busca a auto cura.
💛Ame incondicionalmente, a você e a todos os seres.💛
Comentários
Postar um comentário